Golpe do cartão de crédito clonado na internet afeta a vida dos brasileiro



É bem comum acessar a internet e dar de cara com notícias que mostram mais um golpe do cartão de crédito clonado na internet. Esse crime se tornou um perigo para aquelas pessoas que preferem as compras online pela praticidade que oferece.

Criado para gerar praticidade e segurança, o cartão de crédito se tornou um dos itens mais usados pelos brasileiros quando o assunto é compra, seja ela parcelada ou não.

E de olho nesse público que muitos golpistas criam armadilhas para sair na vantagem, aproveitando da ingenuidade dos consumidores, ou até mesmo da falta de atenção, para captar dados importantes do cartão de crédito, fazendo mais uma vítima.

Mas como uma pessoa pode não ser vítima do cartão de crédito clonado na internet? Será que existe uma forma de evitar esse transtorno?

Cuidados que todos devem ter com o golpe do cartão de crédito clonado na internet

São alguns cuidados que todas as pessoas devem ter para evitar cair no golpe do cartão de crédito clonado na internet, dentre eles:

– Atenção com compras pela internet

Comprar pela internet se tornou a mania dos brasileiros, e o número de e-commerce só cresce, mostrando que as pessoas estão mais dispostas a esse tipo de serviço, do que se dirigir a uma loja física.

Mas é ai que mora o perigo, pois sem perceber, a pessoa pode estar acessando um site falso, onde todos os dados do cartão de crédito são captados a fim de gerir prejuízos a vítima.

Por isso, essas pessoas devem ter todo o cuidado na hora de comprar pela internet! Sempre é importante buscar sites conhecidos e acessar o link original, digitando a URL na barra de pesquisa.

Outro cuidado que uma pessoa precisa ter para não ser mais uma vítima está relacionado com links enviados pelas redes sociais ou WhatsApp. Muitos golpistas criam um site parecido com as das famosas lojas, e sem perceber a pessoa acaba caindo no golpe.

Por isso, sempre ao acessar um site, o cliente deve olhar a parte inferior se existe um cadeado, da qual garante a segurança do site.

Mas se por algum motivo ele achar que a promoção é muito absurda, a pessoa não deve fornecer os dados do cartão de crédito, evitando cair no golpe do cartão de crédito clonado na internet.

– Cliente não devem fornecer dados do cartão para ninguém

É comum os golpistas mandarem e-mail ou SMS se passando pela empresa de cartão de crédito com o intuito de captar informações do cartão de crédito.

É importante a pessoa lembrar que a maioria dos bancos emissores do cartão jamais enviam e-mail ou SMS pedindo informações pessoais.

Este contato ocorre raramente, e se o cliente perceber qualquer movimentação estranha de pessoas via telefone ou outros modos de contato, a instrução dos bancos é não passar nenhum dado, ligando imediatamente para a empresa emissora do cartão para saber se a informação procede.

Muitas pessoas acabam acreditando que precisam fornecer informações como número do cartão, código de segurança e senha, mas com essa atitude acabam sendo vítimas do golpe do cartão de crédito clonado na internet.

Pesquisa mostra o número de cartões clonados no Brasil

De acordo com uma pesquisa feita pela Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), de março de 2018 a março de 2019, cerca de 8,9 milhões de brasileiros foram vítimas de fraude.

Este número de fraudes está ligado a expansão do comércio on-line, a ampliação do uso de aplicativos, a disseminação de links maliciosos por e-mail e redes sociais e a proliferação de “maquininhas” ligadas a redes Wi-Fi, sendo os grandes causadores dos cartões clonados no Brasil.

Fonte: Revista Exame

Ataque de hacker expõe dados bancários de 100 milhões de pessoas nos EUA



O Departamento de Justiça dos Estados Unidos anunciou que o FBI prendeu nesta terça-feira, 30, um homem suspeito de ser o responsável pela invasão e roubo de dados de quase 100 milhões de pedidos de cartão de crédito do banco americano Capital One na segunda-feira 29.

Preso em Seattle, o suspeito foi identificado como Paige A. Thompson e será indiciado por fraude e abuso informático — com penas que podem chegar a até cinco anos de prisão. Thompson comparecerá na quinta-feira, 1º de junho, diante de um juiz, que decidirá se ele poderá ser liberado sob pagamento de fiança.

“Estou grato que o autor tenha sido preso e lamento profundamente o que aconteceu. Eu sinceramente peço desculpas pela compreensível preocupação que este incidente deve estar causando aos afetados e eu me comprometo a consertá-lo”, disse em comunicado o presidente do Capital One, Richard D. Fairbank.

De acordo com o banco, Thompson acessou os dados de cerca de 100 milhões de pessoas nos Estados Unidos e outros 6 milhões no Canadá. Todas haviam solicitado cartão de crédito entre 2005 e 2019. Na grande maioria dos casos, os dados colhidos são os nomes, endereços, números de telefone, datas de nascimento e renda, além do histórico de crédito.

No entanto, Thompson também obteve os números da Seguridade Social — a identidade de cada cidadão diante do governo — de 140.000 pessoas nos Estados Unidos e de 1 milhão de cidadãos no Canadá. Conseguiu ainda os números das contas bancárias de 80.000 pessoas, conforme reconhecido pela entidade.

No seu comunicado, a Capital One estima que esse roubo custará entre 100 e 150 milhões de dólares em gastos com advogados, segurança cibernética e serviços bancários aos afetados.

O banco ficou sabendo da invasão após um usuário da plataforma colaborativa de desenvolvimento GitHub ter alertado no último dia 17 sobre a possibilidade de ter sofrido o roubo de seus dados. O banco, por sua vez, levou o caso ao FBI dois dias depois.

Fonte: Revista Veja

Golpe que simula consulta para saque do FGTS já atingiu mais de 100 mil brasileiros



Um novo golpe que simula consulta ao FGTS e promete o saque do suposto benefício à população. O ataque já afetou mais de 100 mil pessoas que receberam, acessaram ou compartilharam o link malicioso em apenas dois dias. Por hora, são registrados, pelo menos, 2083 novos acessos à fraude, revela o dfndr lab, laboratório especializado em segurança digital da PSafe.

Ao tocar no link do golpe disseminado pelo WhatsApp, o usuário é incentivado a responder uma breve pesquisa, que inclui perguntas como "Deseja sacar todo seu FGTS ou parcial?" e "Você sacou algum valor do FGTS nos últimos 3 meses?". Independentemente das respostas, ele é encaminhado a uma nova página para compartilhar o link do ataque com mais 10 amigos do WhatsApp e liberar o suposto saque de sua conta.

"O objetivo desse golpe é induzir o usuário a conceder permissão para receber futuras notificações com outros golpes diretamente no celular, abrindo um canal direto de comunicação entre o cibercriminoso e a vítima. Além disso, ela é direcionada a páginas para realizar cadastros indevidos em serviços de SMS pago.

A partir do momento em que este cadastro ocorre, sem perceber, a vítima passa a receber cobranças indevidas", esclarece Emilio Simoni, Diretor do dfndr lab. Para dar mais realismo ao ataque, os hackers criam comentários de falsos usuários afirmando que já sacaram seu benefício, como, por exemplo, "é verdade mesmo pessoal" e "vou na lotérica segunda-feira sacar o meu".

Para não cair em ataques como esse, o especialista afirma que é essencial o usuário tomar algumas medidas de segurança, como sempre checar se o link é verdadeiro ou não. É importante ainda ficar atento a promessas fáceis ou muito vantajosas, incluindo supostos benefícios do governo que são compartilhados por aplicativos de mensagem, pois há grande probabilidade de ser um golpe.

Fonte: Convergência Digital