Webinar LGPD na Prática + Gestão de Continuidade de Negócios (GCN)

Webinar realizado em 26/03/2020 pela Every TI Cybersecurity and GRC Solutions.

Na oportunidade apresentamos a nossa experiência conquistada nas dezenas de projetos de Diagnóstico LGPD e GCN que trabalhamos nos últimos anos.

Não oferecemos ferramentas mágicas. Realizamos projetos que atendem as necessidades dos nossos clientes na identificação do nível de maturidade em relação a LGPD e consequentemente a elaboração e acompanhamento do Plano de Ação.
Apresentamos também o RSA Archer Suite, software de GRC – Governança, Riscos e Compliance, especificamente o componente de Gestão de Continuidade de Negócios, líder no Gartner, que foi demonstrado pelo Alexandre Vargas, GRC Archer Sales Specialist da RSA Security. O RSA Archer Suite é líder em 5 quadrantes mágicos do Gartner, utilizado por mais de 1.800 empresas e em centenas de projetos relacionados a GDPR (Regulamento do direito europeu sobre privacidade e proteção de dados pessoais, aplicável a todos os indivíduos na União Europeia e Espaço Econômico Europeu que foi criado em 2018), além de projetos LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais e GRC no Brasil.
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Webinar - LGPD na prática + Gestão de Continuidade de Negócios - Every TI

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A Every TI convida para o Webinar LGPD na Prática + Gestão de Continuidade de Negócios. Na oportunidade apresentaremos a nossa experiência conquistada nas dezenas de projetos de Diagnóstico LGPD que trabalhamos no último ano, abordando os principais problemas e soluções.


Não oferecemos ferramentas mágicas que irão resolver o seu problema. Realizamos projetos que atendem as necessidades dos nossos clientes na identificação do nível de maturidade em relação a LGPD e consequentemente a elaboração e acompanhamento do Plano de Ação.

Apresentaremos também o RSA Archer Suite, software de GRC – Governança, Riscos e Compliance, especificamente o componente de Gestão de Continuidade de Negócios, líder no Gartner, que será demonstrado pelo Alexandre Vargas, GRC Archer Sales Specialist da RSA. O RSA Archer Suite é líder em 5 quadrantes mágicos do Gartner, utilizado por mais de 1.800 empresas e em centenas de projetos relacionados a GDPR (Regulamento do direito europeu sobre privacidade e proteção de dados pessoais, aplicável a todos os indivíduos na União Europeia e Espaço Econômico Europeu que foi criado em 2018), além de projetos LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais e GRC no Brasil. Ata de Registro de Preços vigente.

Link para inscrição:


https://zoom.us/webinar/register/7515850607697/WN_pNK9iK48TVm4wG9B0MW5Vw




'Auxílio coronavírus' e outros golpes no WhatsApp atingem 2 milhões

'Auxílio coronavírus' e outros golpes no WhatsApp atingem 2 milhões — Foto: Rubens Achilles/TechTudo
Foto: Rubens Achilles/TechTudo.
Golpes que circulam no WhatsApp há pelo menos dez dias se aproveitam do novo coronavírus e já atingiram 2 milhões de usuários no Brasil. Os boatos utilizam nomes de grandes marcas e prometem informações sobre a pandemia da Covid-19, distribuição de álcool em gel, serviços de assinatura grátis ou "auxílio cidadão coronavírus". Os dados são do dfndr lab, laboratório especializado em segurança digital da PSafe.
A empresa detectou 19 golpes e seis aplicativos maliciosos que utilizam a pandemia e o período de quarentena como iscas para atrair pessoas. As correntes possuem características semelhantes: prometem um suposto benefício e direcionam o usuário a acessar o link malicioso. No caso dos ataques recentes, alguns textos mencionam testes para saber se o usuário está com o coronavírus.
De acordo com o diretor do dfndr lab, Emilio Simoni, os cibercriminosos utilizam acontecimentos de grande repercussão para tornar o ataque mais verídico. "Alguns golpes se aproveitam de ações reais que grandes empresas e o governo estão realizando para enfrentar o coronavírus, como a doação de álcool em gel e pagamento de benefícios à população", explica Simoni, que acredita no aumento do número de ataques e de vítimas nos próximos dias.
É um exemplo o suposto programa de "Auxílio Cidadão 2020", que alega que trabalhadores autônomos e pessoas de baixa renda têm direito a uma espécie de "auxílio coronavírus" de R$ 200 mensais. Para isso, a vítima teria que fazer cadastro em um site que é, na verdade, um link malicioso.
A corrente passou a ser compartilhada em grupo de WhatsApp neste domingo (22) e foi desmentida no mesmo dia pela Secretaria Especial do Desenvolvimento Social. O golpe se aproveita de medidas anunciadas nos últimos dias pelo governo, mas que ainda não foram aprovadas e, portanto, não estão em vigor.
Outras mensagens que circulam nas redes sociais contém fake news sobre a situação da pandemia do novo coronavírus. Segundo pesquisa do dfndr lab, cerca de 42,5 milhões de brasileiros já receberam ou acessaram notícias falsas sobre a Covid-19. Para 43,2% dos entrevistados, o WhatsApp é o principal vetor para os boatos.
O mensageiro tem tomado medidas para evitar desinformação no aplicativo, como o lançamento de um site exclusivo para informações sobre o novo coronavírus. Além disso, a versão beta do WhatsApp anunciou, neste sábado (21), testes de uma ferramenta para pesquisar diretamente no Google o texto de mensagens frequentemente encaminhadas. O objetivo do recurso é permitir que os próprios usuários possam conferir a veemência das informações muito repassadas no aplicativo.
WhatsApp é usado para a criação de golpes em mensagens sobre o coronavírus — Foto: Luciana Maline/TechTudo 
WhatsApp é usado para a criação de golpes em mensagens sobre o coronavírus — Foto: Luciana Maline/TechTudo
Como se proteger
O laboratório especializado em segurança digital da PSafe indica aos usuários alguns métodos para evitar ataques pelo WhatsApp. É preciso desconfiar de mensagens sensacionalistas ou que oferecem brindes, além de buscar fontes oficiais, como o Ministério da Saúde, e jornais e sites confiáveis que possam confirmar uma informação.
O Ministério da Saúde conta com o WhatsApp (61) 99289-4640 para desmentir as fake news enviadas por cidadãos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou um bot (em inglês) no WhatsApp, na última sexta-feira (20), para esclarecer dúvidas de usuários por meio de respostas automatizadas, como métodos de prevenção, mitos e verdades, e sintomas do novo coronavírus.
O laboratório também disponibiliza um serviço de checagem de links pelo endereço (psafe.com/dfndr-lab/pt-br/?utm_source=blog&utm_content=pandemia), que sinaliza em poucos segundos se uma página pode oferecer ameaça. Também é importante manter um software antivírus instalado em seu celular com Android ou iPhone (iOS).

Fonte: Canal Tech Tudo.
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LGPD também protegerá dados “físicos”, como currículos e documentos em papel


A Lei Geral de Proteção de Dados, sancionada em 2018 pelo então presidente Michel Temer, entra em vigor em agosto de 2020 para adicionar proteções aos usuários de serviços quanto à coleta, utilização e, principalmente, controle de suas informações pessoais pelas empresas. Muito se fala do novo conjunto de normas no âmbito online, mas o que pouca gente sabe é que as salvaguardas também valem para dados “físicos”, impressos em papel ou preenchidos manualmente.
Essa constatação aparece logo no artigo 1º da LGPD, que protege “os direitos fundamentais de liberdade e de privacidade e o livre desenvolvimento da personalidade” das pessoas, inclusive nos meios digitais, mas não restritos somente a eles. Isso significa que, na prática, as empresas que fizerem mau uso de informações impressas em formato físico também estão sujeitas às mesmas sanções que aquelas responsáveis por vazamentos ou comprometimento de dados na internet.
Quem aponta para essa questão é Juliano Maranhão, sócio de Sampaio Ferraz Advogados e fundador do grupo Lawgorithm, que realiza pesquisas sobre inteligência artificial e suas aplicações. “O principal foco de atenção está nos meios digitais pelo seu potencial de difusão e cruzamento de dados, além de sua perenidade e acessibilidade”, explica ele, indicando que essa não é a única área de aplicação.
E aqui na minha cidade, que a mulher fez uma compra e ela veio embalada com nada mais, nada menos do que currículos? Vários dados passados pra frente.
A constatação aparece em resposta a um caso recente noticiado na imprensa brasileira, no qual uma loja de artigos de decoração de Porto Velho (RO) utilizou currículos de candidatos a vagas de emprego para embalar produtos comprados pelos clientes. A situação foi exposta nas redes sociais como uma falta de respeito por quem procura emprego, mas vai além disso, pois as fichas continham dados pessoais como nomes completos, telefones, e-mails, endereços e números de documento, além de informações de histórico profissional.
Quem acompanha o noticiário de tecnologia sabe muito bem que tais dados são um prato cheio para hackers. As explorações podem variar desde o envio de comunicações falsas por e-mail, mensageiros instantâneos ou pelo correio até golpes mais elaborados, com contatos sendo feitos em nome de empresas supostamente interessadas em contratar a vítima até cruzamentos com outros bancos de dados vazados, que podem dar origem a invasões em redes sociais e serviços de e-mail.
“Certamente não houve qualquer cuidado da empresa, pois os dados não utilizados deveriam ter sido destruídos”, explica Maranhão. “A principal violência nesse episódio, na realidade, foi o desrespeito e falta de ética em relação aos candidatos, com um descarte descuidado e cujo efeito simbólico é forte.”
Também pelas redes sociais, a loja pediu desculpas e afirmou que a situação foi gerada por um erro de uma de suas colaboradoras. O estabelecimento também pediu à autora da postagem original um endereço para que os currículos pudessem ser retirados e prometeu ainda se retratar junto aos comprometidos pela má utilização de seus currículos. Depois, em comunicado, afirmou que esta não é a conduta do estabelecimento, que preza “pelo respeito dentro e fora da empresa”, taxando o incidente como “terrível”.
Caso a LGPD já estivesse em vigor, a loja poderia sofrer diferentes sanções administrativas previstas na lei, como advertências ou multas que podem ser de até 2% de seu faturamento total. Em casos mais extremos, voltados novamente à contraparte digital das informações, a Lei Geral de Proteção de Dados também prevê multas diárias e a suspensão do funcionamento do banco de dados comprometido ou das atividades relacionadas ao tratamento de dados pessoais.
Além disso, especificamente no campo das contratações e dos sites de emprego ou candidatura, Maranhão aponta para uma outra proteção dada pela Lei Geral de Proteção de Dados. Aqueles que pleiteiam vagas também contando com salvaguardas contra o chamado profiling, ou seja, a construção automatizada de perfis usados em processos de seleção ou tomada de decisões.
“[Esse tipo de sistema], quando usado para contratações, traz preocupações quanto a possíveis vieses discriminatórios”, explica o advogado, apontando que a LGPD confere atenção especial a essa prática. Entre as normas da legislação, por exemplo, está o direito do titular de dados em solicitar a revisão de decisões tomadas com base nesse tipo de tratamento automatizado bem como as conclusões a que sistemas dessa categoria chegarem com base em seus dados pessoais.
Como dito, a Lei Geral de Proteção de Dados passa a valer em agosto deste ano, quando vence o prazo de dois anos para que as empresas do setor se adequem às novas normas. Em julho do ano passado, o presidente Jair Bolsonaro também autorizou a criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), órgão regulador responsável pela fiscalização das normas da legislação e a aplicação das sanções previstas. A abertura do órgão havia sido vetada por Temer, originalmente, por se tratar de motivo de despesas para o executivo e, sendo assim, a iniciativa de iniciá-lo deveria vir desse mesmo poder.
Fonte: Portal Canal Tech.
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ISO27001:2013: certificado internacional garante segurança da informação para empresas



Corporações mais criteriosas têm exigido, ao fecharem o contrato, que as empresas tenham a certificação ISO27001:2013.
A ISO27001:2013 é reconhecida por especialistas como a melhor prática internacional quando o assunto é gestão de segurança da informação
Esta é a era da informação. Todos os dias as empresas geram milhares de dados e documentos que depois são armazenados.
Mas como fazer isso de forma segura e de acordo com a lei? É aí que entram as empresas especializadas em gestão de dados físicos e digitais.
Entre as que se destacam estão aquelas que conquistaram o certificado ISO27001:2013, referência internacional para a gestão da segurança da informação.
Segurança
De acordo com o diretor comercial Marcelo Araujo, da eBox Digital, que já conta com o certificado, as empresas com o ISO27001:2013 seguem um modelo adequado de implementação, operação, monitoração, revisão e gestão para o SGSI - Sistema de Gestão e Segurança da Informação.
“Ser cliente de uma empresa certificada pela ISO27001:2013 é poder usufruir do benefício de contar com um serviço adequado quanto à segurança da informação”, explica ele.
Outra vantagem, segundo o diretor, é a certeza de que seus documentos estão protegidos, pois para ser certificada a empresa precisa ser auditada, além de seguir uma série de normas técnicas.
Exigência
Para se ter uma ideia da importância do certificado, corporações mais criteriosas têm exigido, ao fecharem o contrato, que as empresas tenham a certificação ISO27001:2013.
“Dessa forma elas têm certeza de que foram implementadas práticas de segurança da informação”, explica Araujo.
Certificado
A ISO27001:2013 é uma certificação criada pela International Organization for Standardization (ISO) e fornece um padrão internacional de sistema de gestão de segurança da informação.
Em todo o mundo, a ISO27001:2013 é reconhecida por especialistas como a melhor prática internacional quando o assunto é gestão de segurança da informação, especialmente na luta contra os crimes cibernéticos.
Proteção
“Ter o certificado ISO27001:2013 foi uma forma que a eBox Digital encontrou de demonstrar, mais uma vez, o quanto se preocupa em proteger as informações confidenciais das empresas contra acessos indevidos.
“Para nós é extremamente gratificante que nossa empresa seja reconhecida pelo sistema e gestão de segurança da informação, atendendo as melhores práticas da norma”, completa o diretor.
Fonte: Marcelo Araújo, Diretor Comercial na eBOX DIGITAL, Gestão e Proteção da Informação S.A.
eBox Digital
A eBox Digital é uma empresa que realiza a guarda e gestão de documentos digitais e físicos com alta tecnologia para pequenas, médias e grandes empresas.
Autoria/Fonte: segs.com.br
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Interpol alerta para fraudes devido ao coronavírus


Criminosos se aproveitam da ansiedade do coronavírus para vender produtos falsificados e aplicar golpes.
A INTERPOL está incentivando o público a ter cautela ao comprar suprimentos médicos on-line durante a atual pandemia do coronavírus.
Com a alta demanda de máscaras de proteção e outros suprimentos médicos, e a dificuldade de encontrar esses itens no varejo devido a pandemia de COVID-19, o número de falsos anúncios e golpes em lojas online, sites, contas de mídia social aumentaram.
Esse é um dos vários tipos de esquemas de fraude financeira relacionados à crise global da saúde em andamento, que foram relatados à INTERPOL pelas autoridades de seus países membros.
Esquemas de fraudes relacionadas ao Coronavírus COVID-19
Os golpes vinculados ao coronavírus incluem:
Fraude telefônica - criminosos ligam para as vítimas fingindo ser funcionário de clínicas ou hospitais, que alega que um parente da vítima ficou doente com o vírus e solicitam pagamentos por tratamento médico;
Phishing - e-mails que alegam pertencer a autoridades sanitárias nacionais ou globais, com o objetivo de enganar as vítimas para fornecer dados pessoais ou informações de cartão de crédito ou para abrir um anexo contendo malware.
Em muitos casos, os fraudadores fingem ser de empresas legítimas, usando nomes, sites e endereços de e-mail semelhantes, na tentativa de enganar a população, chegando até atuar de forma constante por e-mails e mensagens nas plataformas de mídia social.
"Os criminosos estão explorando o medo e as incertezas criadas pelo COVID-19 para atacar cidadãos inocentes que buscam apenas proteger sua saúde e a de seus entes queridos", disse o secretário geral da INTERPOL, Jürgen Stock.
“Qualquer pessoa que esteja pensando em comprar suprimentos médicos on-line deve demorar um pouco e verificar se você está de fato lidando com uma empresa legítima e respeitável; caso contrário, seu dinheiro poderá ser perdido para criminosos sem escrúpulos”, concluiu o chefe da INTERPOL.
Bloqueio e recuperação de pagamentos fraudulentos
As perdas monetárias relatadas à INTERPOL chegaram a centenas de milhares de dólares em um único caso, e esses crimes estão atravessando fronteiras internacionais.
A Unidade de Crimes Financeiros da INTERPOL está recebendo informações dos países membros quase diariamente sobre casos de fraude e pedidos para ajudar a interromper pagamentos fraudulentos. As vítimas visadas foram localizadas principalmente na Ásia, mas os criminosos usaram contas bancárias localizadas em outras regiões, como a Europa, para simular que são contas legítimas vinculadas à empresa que está sendo representada.
Em um caso, uma vítima na Ásia efetuou pagamentos para várias contas bancárias sem o controle de criminosos em vários países europeus. Com a ajuda da INTERPOL, as autoridades nacionais conseguiram bloquear alguns dos pagamentos, mas outros foram rapidamente transferidas pelos criminosos para segunda e até terceira contas bancárias antes que pudessem ser rastreados e bloqueados.
Até o momento, a INTERPOL ajudou em cerca de 30 casos de fraude relacionados à COVID-19 com links para a Ásia e Europa, levando ao bloqueio de 18 contas bancárias e ao congelamento de mais de US$ 730.000 em transações suspeitas de fraude.
A INTERPOL também emitiu um alerta para a polícia em todos os seus 194 países membros para esse novo tipo de fraude.
Pontos para serem observados
Se você deseja comprar suprimentos médicos on-line ou receber e-mails ou links, esteja atento aos sinais de uma fraude em potencial para proteger você e seu dinheiro.
  • Verifique a empresa / indivíduo que oferece os itens antes de fazer qualquer compra;
  • Esteja ciente de sites falsos - os criminosos geralmente usam um endereço da Web que parece quase idêntico ao legítimo, por exemplo, 'abc.org' em vez de 'abc.com';
  • Verifique as análises on-line de uma empresa antes de fazer uma compra - por exemplo, houve reclamações de outros clientes que não receberam os itens prometidos ?;
  • Cuidado se for solicitado a efetuar um pagamento para uma conta bancária localizada em um país diferente daquele em que a empresa está localizada;
  • Se você acredita ter sido vítima de fraude, alerte seu banco imediatamente para que o pagamento possa ser interrompido;
  • Não clique em links ou abra anexos que você não esperava receber ou tenha um remetente desconhecido;
  • Desconfie de emails não solicitados que oferecem equipamentos médicos ou solicitem suas informações pessoais para exames médicos - as autoridades de saúde legítimas normalmente não entram em contato com a população dessa maneira.
Texto por Fábio Reis para PFARMA.
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BC possui planos de continuidade de negócios com cenário para enfrentar pandemia


Enquanto diversas empresas e órgãos públicos começaram a adotar o teletrabalho como forma de reduzir o contato social de seus funcionários durante a elevação dos casos de contágio por coronavírus, o Banco Central informou nesta segunda-feira, 16, que possui planos de continuidade de negócio atualizados com o cenário de enfrentamento de pandemia e aptos à imediata ativação.
“Em caso de necessidade, as unidades deverão adotar as medidas necessárias para preservar serviços essenciais ou estratégicos, acionando, se necessário, seus planos de contingência. Esses planos podem presumir trabalho remoto em menor ou maior escala”, informou a autoridade monetária, após ser consultada pelo Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
O BC informou ainda que, a partir desta segunda-feira, servidores, contratados e estagiários podem ser dispensados do controle de ponto para trabalharem de maneira remota por até 30 dias, conforme as diretrizes dadas pela Secretaria de Gestão de Pessoas do Ministério da Economia.
A medida vale para funcionários com doenças crônicas ou cujos familiares que habitam na mesma residência tenham doenças crônicas, incluindo diabetes, bem como as gestantes e lactantes e as pessoas com idade superior a 60 anos.
O trabalho remoto, contudo, ocorrerá “apenas nos casos em que não haja prejuízos às atividades desenvolvidas no setor, cabendo aos chefes imediatos resguardar o quantitativo mínimo de servidores para garantir a manutenção do atendimento presencial e a preservação do funcionamento dos serviços considerados essenciais ou estratégicos”, conclui o BC.
Fonte: Portal Isto É Dinheiro.
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Fraudes na internet usando o assunto coronavírus se intensificam, disfarçadas de app informativo


Golpes cibernéticos ligados ao coronavírus estão em circulação desde o início do ano, mas o alerta de pandemia tem levado a um aumento dessas fraudes. Elas se aproveitam da busca por informações referentes ao vírus e à doença Covid-19, usando mapas, aplicativos e e-mails para disseminar ladrões de senhas e outros códigos maliciosos.
Um dos golpes é realizado através de um aplicativo de Android que oferece informações e estatísticas em tempo real sobre a disseminação do coronavírus. Chamado de "Covid-19 Tracker", o app foi detectado pela equipe de segurança da Domain Tools em um site fora da Play Store, a loja oficial do Google.
De acordo com os especialistas, o app é, na verdade, um vírus de resgate, que bloqueia o uso do smartphone e exige o pagamento de US$ 100 (cerca de R$ 500) em Bitcoin para liberar a utilização do aparelho.
Por se comportar como vírus de resgate, os especialistas o apelidaram de "CovidLock" ("bloqueio do Covid").
Que cuidados tomar
Aparelhos com o Android 7 (Nougat) e mais novos ficam imunes aos efeitos do bloqueio da praga digital, desde que uma senha de bloqueio de tela esteja configurada.
Para quem caiu no golpe e não tem um aparelho com Android 7 ou mais recente, há uma boa notícia: a Domain Tools conseguiu decifrar os códigos da praga e vai oferecer o desbloqueio gratuito.
Tela de smartphone bloqueada pelo vírus de resgate 'CovidLock'. 
Aplicativo é oferecido para rastrear disseminação do coronavírus — Foto: Reprodução/Domain Tools

Mapa e ataques contra governos

Pesquisadores de segurança da Malwarebytes e Reason Labs alertaram que uma praga digital abre um mapa com supostas informações do coronavírus.
A tela é exibida após a vítima executar o programa falso no computador e serve para que as demais atividades do código malicioso não sejam percebidas pelo usuário.
O programa foi identificado como uma variação do AzorUlt, um ladrão de senhas e informações que é comercializado no submundo como "ferramenta pronta" para a realização de crimes.
Já o Centro Nacional de Cibersegurança do Reino Unido alertou que hackers mandaram e-mails com supostas "instruções de prevenção" que disseminam pragas digitais.
Alguns dos ataques, segundo o órgão, foram enviados a setores específicos da economia, como transporte público, transportes de cargas e varejo. O conteúdo direcionado deixa a mensagem mais convincente, o que pode aumentar o número de vítimas.
A empresa de segurança Check Point também interceptou um e-mail falso tratando do coronavírus que foi enviado a um órgão público da Mongólia. A mensagem teria sido confeccionada por um grupo de invasores sofisticados da China. O e-mail era acompanhado de um documento falsificado em nome do Ministério das Relações Exteriores do país.
Na República Tcheca, o hospital da Universidade de Brno, que é uma das instituições habilitadas para testes do coronavírus no país, anunciou que sofreu um ataque de hackers. O hospital foi obrigado a interromper o funcionamento da sua rede de computadores, mas não foi informado se o ataque prejudicou a realização dos testes.
As informações sobre o coronavírus oferecidas pelos golpes nem sempre são falsas ou incorretas. No caso do mapa, ele é baixado diretamente de uma fonte legítima da Universidade Johns Hopkins.
A diferença é que o mapa é fornecido como um programa de computador, o "Corona Virus Map", enquanto a fonte verdadeira é um site na internet.
Em casos de pandemia, governos e agências de saúde podem recorrer a diversos métodos para alertar a população – sendo assim, não é fácil simplesmente descartar qualquer alerta recebido por e-mail ou SMS.
No entanto, é preciso ter cuidado ao abrir anexos e programas, buscando se informar a respeito das campanhas antes de confiar no conteúdo – seja pela possibilidade de disseminação de informações equivocadas ou pelo risco à segurança dos smartphones e computadores.
Ao menos dois países já adotaram medidas para usar redes de internet e comunicação para monitorar o coronavírus: Irã e Israel.
O governo do Irã criou um aplicativo chamado "AC19" para auxiliar a população a se informar sobre os sintomas da doença. Entre outras funções, o app prometia "identificar quem possui o coronavírus".
O programa solicitava o número de telefone do usuário para realizar um cadastro. Em seguida, era preciso responder perguntas sobre os sintomas e o vírus. Enquanto isso, a localização do telefone era comunicada a um servidor de controle. Embora isso seja comum em qualquer aplicativo, a coleta de informações pode permitir ao governo iraniano monitorar a circulação de pessoas contaminadas ou com suspeita de contaminação.
Para o especialista em segurança Lukas Stefanko da fabricante de antivírus Eset, que analisou o programa, o AC19 se comporta como qualquer outro aplicativo de saúde.
O "AC19" chegou a ser publicado na Play Store, a loja oficial do Android, mas foi depois removido pelo Google. O motivo não foi informado, mas os termos de uso da loja proíbem cadastros iranianos. O app foi divulgado em massa aos iranianos por meio de SMS, que podem instalá-lo a partir de um site dedicado do governo ao aplicativo.
Em Israel, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu afirmou que "regras emergenciais" serão aprovadas para autorizar o uso de "meios digitais" contra o coronavírus. "Vamos nos assegurar de que esta medida seja estritamente monitorada para que não haja abusos", afirmou.
As medidas foram anunciadas neste domingo (15), sem nenhum detalhe concreto. Mas é possível que as autoridades fiquem autorizadas a acompanhar a movimentação de pessoas por meio da localização dos celulares e que outros hábitos sejam analisados a partir de dados de navegação ou uso de aplicativos.
Fonte: Portal G1.

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Jovem cria mapa que acompanha casos de coronavírus no país


O coordenador de Tecnologia da Informação (TI), José Antônio da Silva Jr, de São Carlos (SP), criou um mapa que mostra o avanço do coronavírus (Covid-19) no país. A iniciativa também possibilita a interação entre os leitores sobre a pandemia. 
A plataforma, criada em menos de dois dias, é de uma interface simples e com legendas de fácil entendimento no quadro de estatísticas, além de também ter uma tabela atualizada com informações por estado e município.  
 Foto: Reprodução.
O banco de dados da página é mantido pelo jovem. Na primeira versão do site, José Antônio sentiu uma grande dificuldade em obter informações municipais, então desenvolveu uma aba para que o internauta pudesse contribuir.  Sua namorada, Victória Xavier, também o ajuda a cuidar do abastecimento da base.
"Até hoje é um ponto muito complicado, eu consulto bases oficiais e portais de notícias mundiais e das regiões. Comecei a armazenar as informações no banco e o mapa se atualiza sozinho, e no domingo (15) finalizei minha ideia principal, que era colocar outras pessoas para contribuírem com esses dados, e tem gente que fica até de madrugada nos ajudando a atualizar", explicou.  
Além disso, os usuários também podem conversar sobre a pandemia e outras informações em uma aba própria na plataforma. "Estamos com um grupo e um canal no Telegram, que serve para receber correções e casos em tempo real e informações sobre erro no site e outros novos casos", disse Antônio.  
Mudança de rotina
Trabalhando em home office, o coordenador disse que a ideia surgiu de sua maior preocupação: quando os casos chegariam no município. Com isso, começou a acompanhar e acumular as notícias, e quando se deu conta, já possuía uma boa base de dados.  
"Minha ideia era só fazer uma tabela com todos esses dados. Hoje meu trabalho é basicamente com o mapa. A cada duas horas dou uma revisada, procuro em estados e sites que tenho mapeado e vejo se ele está condizente com a realidade", disse.  
Mesmo com todo o esforço, José Antônio diz se sentir feliz com o resultado e espera informar muitas pessoas com a plataforma. "Não esperava que fosse me dedicar tanto, quando vi já tinha dedicado mais de um dia nele", finalizou. 
Fonte: Portal A Cidade On.
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